POP – Controle da Potabilidade da Água

Procedimento Operacional Padronizado

1. Capa

[NOME DA EMPRESA]

CNPJ: [CNPJ]

Responsável técnico: [NOME DO RESPONSÁVEL TÉCNICO]

Cargo/Função: [CARGO]

Data de emissão: [DATA]

Revisão: [NÚMERO DA REVISÃO]

Código do documento: [CÓDIGO INTERNO]

Aprovação: [NOME / ASSINATURA]

Sugestão de paginação: capa e controle; objetivo a definições; caracterização e pontos críticos; plano de amostragem, parâmetros e frequência; procedimento operacional (14.1 a 14.6); avaliação de resultados; integração com reservatório e manutenção; terceirização; cuidados, monitoramento e ações corretivas; registros, treinamento; anexos I a VII; rodapé de assinaturas.

2. Controle de documento

Controle de documento
Código [CÓDIGO INTERNO] Versão [N]
Data de emissão [DATA] Data de revisão [DATA]
Elaborado por [NOME]
Revisado por [NOME]
Aprovado por [NOME]
Setor [SETOR] Status do documento [Rascunho / Vigente / Obsoleto]

3. Objetivo

Este Procedimento Operacional Padronizado estabelece os critérios e procedimentos para o controle da potabilidade da água utilizada no estabelecimento [NOME DA EMPRESA], abrangendo caracterização do abastecimento, monitoramento, definição de pontos de coleta e plano de amostragem, avaliação de resultados, registros, rastreabilidade e ações corretivas, com a finalidade de prevenir contaminações, proteger a inocuidade dos alimentos e assegurar a conformidade sanitária, em articulação com o Manual de Boas Práticas e demais POPs correlatos.

Este POP não substitui laudos laboratoriais nem dispensa o cumprimento da legislação específica de controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano aplicável ao estabelecimento.

4. Campo de aplicação

Aplica-se à água utilizada direta ou indiretamente nas atividades do estabelecimento, incluindo, quando pertinentes:

5. Definições

TermoDefinição
Água potávelÁgua para consumo humano que atende ao padrão de potabilidade e requisitos legais aplicáveis no âmbito competente, em condições de uso seguro para as finalidades previstas neste POP.
Controle da potabilidadeConjunto de medidas planejadas para assegurar que a água utilizada nas atividades críticas permaneça compatível com o padrão de potabilidade e com os critérios adotados pelo estabelecimento, mediante monitoramento, registros e ações corretivas.
MonitoramentoVerificações sistemáticas, inspeções, coletas, análises ou conferências documentais executadas conforme plano aprovado.
Vigilância da qualidade da águaConjunto de ações de acompanhamento da conformidade da água frente à legislação e ao programa interno, incluindo análise de tendências e resposta a desvios.
Ponto de coletaLocal físico e operacional definido para obtenção de amostra representativa do trecho do sistema ou da água em uso, com identificação codificada.
AmostragemAtividade de coleta, identificação, encaminhamento e registro de amostras para análise ou verificação definida.
Parâmetro microbiológicoDeterminação analítica relacionada a microrganismos ou indicadores microbiológicos previstos na legislação aplicável ou adotados por decisão técnica fundamentada.
Parâmetro físico-químicoDeterminação analítica de natureza física ou química prevista na legislação aplicável ou adotada por decisão técnica fundamentada.
Solução alternativa de abastecimento coletivaModalidade de fornecimento de água distinta da rede pública convencional, sujeita a requisitos legais específicos quando aplicável ao contexto do estabelecimento.
ReservatórioComponente de armazenamento de água após captação ou entrada na edificação, conforme POP de higienização correlato.
DesvioResultado fora de critério, alteração sensorial relevante, falha documentada ou condição operacional incompatível com o controle estabelecido.
Ação corretivaMedida para eliminar a causa ou efeito de uma não conformidade ou desvio e evitar recorrência, com registro.
RastreabilidadeCapacidade de recuperar o histórico de coleta, análise, decisão e uso da água mediante registros identificados.
Não conformidadeDesvio documentado em relação a este POP, ao programa de controle da água ou a requisito legal aplicável.

6. Base legal e referências

7. Responsabilidades

7.1 Direção / gestão

Garantir recursos para monitoramento, análises, treinamento e manutenção; aprovar revisões; assegurar cumprimento legal e arquivamento.

7.2 Responsável técnico

Aprovar ou validar plano de pontos de coleta, parâmetros, frequências e critérios de decisão; avaliar desvios; orientar recoletas e restrições de uso.

7.3 Supervisor da qualidade / produção

Coordenar execução do cronograma, coletas, conferência de laudos e comunicação operacional; supervisionar registros.

7.4 Responsável pela coleta e registros, quando aplicável

Executar ou supervisionar coletas conforme método aprovado; preencher formulários; garantir identificação e encaminhamento correto das amostras.

7.5 Manutenção predial / hidráulica, quando aplicável

Corrigir falhas que possam afetar a qualidade da água; registrar intervenções; apoiar investigação de causa em desvios.

7.6 Laboratório terceirizado ou prestador técnico, quando aplicável

Executar análises contratadas; emitir documentação com resultados e referências metodológicas quando aplicável; observar cadeia de recebimento da amostra.

7.7 Equipe operacional envolvida no uso da água

Comunicar alterações sensoriais ou operacionais; cumprir restrições temporárias de uso quando determinadas; cooperar com coletas.

7.8 Responsável pelo arquivamento documental

Manter laudos, registros de coleta e não conformidades rastreáveis pelo tempo de guarda definido.

8. Caracterização do sistema de abastecimento

ItemDescriçãoSituaçãoObservações
Entrada principal de água[local / hidrômetro][ ][ ]
Reservatório(is)[identificação][ ][ ]
Tratamento / filtro[tipo][ ][ ]
Pontos de consumo críticos[cozinha / gelo / etc.][ ][ ]

9. Pontos críticos em que a água impacta a segurança dos alimentos

A água pode introduzir ou disseminar contaminantes microbiológicos, químicos ou físicos quando utilizada em etapas críticas. A identificação de usos e riscos subsidia o plano de monitoramento.

Etapa / processoUso da água e risco sanitárioMedida de controleResponsável e observações
Preparo e cocçãoUso: Ingrediente ou meio de cocção
Risco: Contaminação microbiológica ou química
Água potável; monitoramento conforme planoResp.: [cargo]
Obs.: [ ]
Higienização de alimentosUso: Lavagem de frutas/vegetais, quando aplicável
Risco: Contaminação cruzada
Água potável; fluxo unidirecionalResp.: [cargo]
Obs.: [ ]
Higienização de utensílios e equipamentosUso: Enxágue final ou preparo de soluções
Risco: Biofilme; resíduo químico se água inadequada
Água potável; controle de sanitizantesResp.: [cargo]
Obs.: [ ]
ManipuladoresUso: Lavagem das mãos
Risco: Contaminação das mãos e alimentos
Água potável; sabonete; POP de higieneResp.: [cargo]
Obs.: [ ]
GeloUso: Congelamento de água para uso alimentar
Risco: Transferência de contaminantes ao produto
Água potável; controle de máquina e armazenamentoResp.: [cargo]
Obs.: [ ]
SuperfíciesUso: Diluição de sanitizantes; limpeza
Risco: Ineficácia ou contaminação
Água potável; concentrações validadasResp.: [cargo]
Obs.: [ ]
VaporUso: Contato tecnológico relevante
Risco: Carreamento de impurezas
Qualidade da água de alimentação de caldeira conforme avaliaçãoResp.: [cargo]
Obs.: [ ]
Reconstituição / diluiçãoUso: Ingredientes líquidos
Risco: Contaminação direta no produto
Água potável; registro de lotes quando aplicávelResp.: [cargo]
Obs.: [ ]

10. Critérios gerais de controle da potabilidade

O estabelecimento deve: utilizar água compatível com o padrão de potabilidade aplicável; conhecer e documentar a origem; identificar pontos críticos de coleta e de uso; definir plano de monitoramento e verificação conforme legislação aplicável, avaliação de risco, origem da água, características do sistema de abastecimento, histórico de resultados e orientação do responsável técnico; manter registros rastreáveis; avaliar resultados analíticos e verificações operacionais; investigar desvios; adotar ações corretivas documentadas; integrar o controle ao Manual de Boas Práticas, ao POP de higienização do reservatório e à manutenção hidráulica; assegurar que água com potencial de contato com alimentos, superfícies de contato ou manipuladores seja compatível com uso seguro.

11. Plano de amostragem e pontos de coleta

Os locais de coleta devem ser definidos com base na origem da água, configuração hidráulica, reservatórios, áreas críticas do processo, pontos de consumo relevantes, histórico de desvios e avaliação de risco, conforme legislação aplicável, avaliação de risco, origem da água, características do sistema de abastecimento, histórico de resultados e orientação do responsável técnico.

11.1 Critérios para definição dos pontos de coleta

Representatividade do trecho avaliado; proximidade a entrada, reservatório ou ponto de uso crítico; possibilidade de acesso seguro; relevância frente a desvios anteriores.

11.2 Identificação e codificação dos pontos

Cada ponto recebe código único, descrição de local e tipo; mapa ou lista mantida em Anexo I e revisada periodicamente.

11.3 Condições para coleta

Higienização das mãos e, quando aplicável, queima de bico ou procedimento definido; amostragem em horário representativo; evitar coleta imediatamente após choque de cloro ou intervenção hidráulica sem critério técnico.

11.4 Responsável pela coleta

[cargo ou nome], treinado conforme seção 23; substituto designado em [documento].

11.5 Rastreabilidade das amostras

Correlação entre ponto, data, hora, identificação da amostra, cadeia até o laboratório e laudo correspondente.

Código e local de coletaTipo e justificativa sanitáriaFrequênciaResponsável e observações
Código: [P-01]
Local: [ ]
Tipo: [entrada / reservatório / ponto de uso]
Justificativa: [ ]
Conforme legislação aplicável, avaliação de risco, origem da água, características do sistema de abastecimento, histórico de resultados e orientação do responsável técnicoResp.: [ ]
Obs.: [ ]
Código: [ ]
Local: [ ]
Tipo: [ ]
Justificativa: [ ]
[ ]Resp.: [ ]
Obs.: [ ]

12. Parâmetros e determinações analíticas

As determinações analíticas devem ser definidas conforme a legislação aplicável, origem da água, avaliação de risco, histórico do sistema e orientação técnica, podendo incluir parâmetros microbiológicos, físico-químicos, verificação de desinfecção residual quando aplicável, e apoio operacional por observação de cor, odor, turbidez aparente ou partículas, sem substituir análises legais ou tecnicamente necessárias. Limites numéricos específicos não são fixados neste modelo genérico: devem constar da legislação vigente e/ou de fichas técnicas internas aprovadas.

Parâmetro / verificaçãoFinalidade e tipo de controleFrequência e método / referênciaResponsável e registro
[Ex.: coliformes / cloro residual / turbidez — definir internamente]Finalidade: [ ]
Tipo: Laboratorial / operacional
Frequência: Conforme legislação aplicável, avaliação de risco, origem da água, características do sistema de abastecimento, histórico de resultados e orientação do responsável técnico
Método: [norma ou método laboratorial]
Resp.: [cargo]
Registro: Anexo III
Verificação visual/sensorialFinalidade: Detecção precoce de anormalidade
Tipo: Operacional
Frequência: Idem
Método: Checklist interno
Resp.: [cargo]
Registro: Anexo V

13. Frequência de monitoramento e verificação

A frequência deve considerar: legislação aplicável; origem e tipo de abastecimento; uso no processo; histórico de resultados; risco sanitário; orientação do responsável técnico; exigência da autoridade sanitária, quando houver.

AtividadePonto / áreaFrequência e critérioResponsável e registro
Inspeção visual da águaPontos de uso críticoFrequência: Conforme legislação aplicável, avaliação de risco, origem da água, características do sistema de abastecimento, histórico de resultados e orientação do responsável técnico
Critério: Rotina operacional
Resp.: [cargo]
Registro: Anexo V
Conferência de abastecimentoSistemaFrequência: Idem
Critério: Estabilidade da fonte
Resp.: [cargo]
Registro: [ ]
Coleta de amostrasPontos codificadosFrequência: Idem
Critério: Plano aprovado
Resp.: [cargo]
Registro: Anexo II
Análise laboratorialLaboratório contratadoFrequência: Idem
Critério: Programa aprovado
Resp.: [cargo]
Registro: Anexo III / VI
Verificação documental de laudosGestão da qualidadeFrequência: Idem
Critério: Recebimento de resultados
Resp.: [cargo]
Registro: Anexo VI
Avaliação de resultadosRT / supervisãoFrequência: A cada lote de resultados
Critério: Critério interno
Resp.: [cargo]
Registro: Anexo III
Revisão do plano de amostragemSistemaFrequência: Idem ou após desvio
Critério: Risco e histórico
Resp.: [cargo]
Registro: Anexo I / VII
Integração com higienização do reservatórioReservatórioFrequência: Conforme POP de reservatório
Critério: Após higienização ou suspeita de contaminação
Resp.: [cargo]
Registro: POP reservatório

14. Procedimento operacional padronizado

14.1 Verificação inicial das condições do sistema

  1. Confirmar origem documentada da água e alterações recentes.
  2. Verificar condições aparentes de abastecimento (pressão, interrupções, obras).
  3. Conferir reservatórios, tampas, proteções e sinais de contaminação.
  4. Registrar anormalidades visuais ou operacionais.
  5. Consultar histórico de desvios e ações em curso.

14.2 Definição e identificação dos pontos de coleta

  1. Selecionar pontos críticos com base na seção 9 e na avaliação técnica.
  2. Atribuir codificação única e descrição.
  3. Atualizar mapa ou lista (Anexo I).
  4. Submeter a validação do responsável técnico, quando aplicável.

14.3 Coleta de amostras

  1. Preparar frascos, etiquetas e formulários conforme orientação laboratorial.
  2. Identificar amostra com código do ponto, data, hora e coletor.
  3. Observar higiene e técnica de coleta para evitar contaminação da amostra.
  4. Registrar condições observadas (odor, cor, presença de partículas).
  5. Encaminhar ao laboratório ou fluxo definido no prazo acordado.

14.4 Avaliação de rotina operacional

  1. Realizar verificação visual e sensorial quando prevista.
  2. Conferir laudos recebidos quanto a identificação da amostra e parâmetros.
  3. Comparar com critérios legais e internos aplicáveis.
  4. Analisar tendência de resultados em série temporal.

14.5 Tratamento de desvios e não conformidades

  1. Identificar o desvio ou resultado fora de critério.
  2. Comunicar imediatamente ao responsável técnico e supervisão.
  3. Restringir ou suspender uso para atividades críticas quando necessário.
  4. Investigar causa (fonte, reservatório, tubulação, tratamento, uso indevido).
  5. Adotar medidas corretivas (seção 20).
  6. Programar recoleta ou contraprova quando cabível.
  7. Registrar ocorrência (Anexo IV).

14.6 Liberação ou retomada segura do uso

  1. Avaliar evidências pelo responsável técnico.
  2. Confirmar restabelecimento das condições ou uso autorizado condicionado.
  3. Arquivar documentação que suporte a decisão.
  4. Atualizar registros e comunicar áreas afetadas.

15. Critérios para avaliação de resultados

Os resultados devem ser avaliados à luz da legislação aplicável, do contexto operacional e do risco sanitário. Resultados insatisfatórios constituem desvio relevante. Deve existir rastreabilidade entre ponto, data, laudo, decisão e liberação. Reincidências motivam revisão do sistema e do plano de controle.

15.1 Resultado conforme

Arquivar; manter frequência programada; sem alteração de uso.

15.2 Resultado suspeito ou inconclusivo

Investigar método de coleta, identificação da amostra ou interferência; considerar recoleta.

15.3 Resultado insatisfatório

Tratar como não conformidade; ações corretivas imediatas; restrição de uso conforme avaliação de risco.

15.4 Recoleta, contraprova ou reavaliação, quando aplicável

Definir prazo e ponto; documentar justificativa técnica.

15.5 Comunicação interna e tomada de decisão

Registrar decisão, responsável e data; comunicar produção e gestão quando o desvio afetar operação.

16. Integração com higienização do reservatório e manutenção do sistema

O controle da potabilidade integra-se ao POP – Higienização do Reservatório de Água e aos registros de manutenção hidráulica. Desvios podem exigir inspeção de reservatório, filtros, tubulações e pontos de consumo. Intervenções estruturais relevantes implicam reavaliação do plano de controle da água.

17. Serviços terceirizados e controle documental

Quando houver laboratório ou prestador, o estabelecimento permanece responsável pelo acompanhamento. Devem ser mantidos: identificação do prestador; data da coleta ou análise; identificação das amostras; metodologia ou referência, quando informada; resultados; validação ou identificação técnica, quando aplicável. Arquivamento rastreável. Este POP mantém os critérios internos de monitoramento, avaliação e ação corretiva.

18. Cuidados e restrições

19. Monitoramento

O cumprimento deste POP é monitorado mediante: revisão periódica dos registros; acompanhamento de coletas e análises; conferência dos pontos de coleta; análise de tendências; verificação de ações corretivas; conferência de documentos de terceiros; rastreabilidade; revisão do plano conforme histórico e risco.

20. Ações corretivas

Exemplos: suspender uso para atividades críticas; nova coleta; nova análise; higienizar reservatório; verificar filtros, tubulações e pontos de consumo; corrigir vedação ou fonte de contaminação; acionar manutenção; fonte alternativa segura quando prevista e viável; reforçar monitoramento; registrar não conformidade; revisar procedimento e plano de amostragem.

21. Verificação e revisão do POP

Auditorias internas; revisão periódica; reavaliação quando houver mudança de origem, sistema de abastecimento, desvio analítico, reforma hidráulica, contaminação identificada ou exigência da autoridade; integração com Manual de Boas Práticas e POPs relacionados.

22. Registros

Nome do registroCódigo e responsávelFrequênciaArquivamento e retenção
Plano de pontos de coleta (Anexo I)Código: [ ]
Resp.: [cargo]
Atualização conforme mudança do sistemaArquivamento: [local]
Retenção: [anos]
Registro de coleta (Anexo II)Código: [ ]
Resp.: [cargo]
A cada coletaArquivamento: [local]
Retenção: [anos]
Controle de resultados (Anexo III)Código: [ ]
Resp.: [cargo]
A cada laudoArquivamento: [local]
Retenção: [anos]
Não conformidade (Anexo IV)Código: [ ]
Resp.: [cargo]
Sob demandaArquivamento: [local]
Retenção: [anos]
Checklist sistema (Anexo V)Código: [ ]
Resp.: [cargo]
Conforme planoArquivamento: [local]
Retenção: [anos]
Laudos e prestadores (Anexo VI)Código: [ ]
Resp.: [cargo]
A cada documentoArquivamento: [local]
Retenção: [anos]
Cronograma mestre (Anexo VII)Código: [ ]
Resp.: [cargo]
Revisão periódicaArquivamento: [local]
Retenção: [anos]

23. Treinamento

Capacitação em: importância da água potável; pontos críticos; coleta e rastreabilidade; interpretação operacional de resultados; comunicação de desvios; registros; interface com manutenção, reservatório e prestadores.

TemaPúblico-alvo e periodicidadeResponsável e comprovaçãoObservações
Controle da potabilidadePúblico: Supervisão e coletores
Periodicidade: Conforme legislação aplicável, avaliação de risco, origem da água, características do sistema de abastecimento, histórico de resultados e orientação do responsável técnico
Resp.: [cargo]
Comprovação: Lista / prova prática
Reciclagem após mudança de plano
Leitura de laudosPúblico: Gestão da qualidade
Periodicidade: Idem
Resp.: [cargo]
Comprovação: [ ]
[ ]
Interface laboratórioPúblico: Responsável por coleta
Periodicidade: Idem
Resp.: [cargo]
Comprovação: [ ]
[ ]

24. Anexos

Anexo I – Plano de pontos de coleta de água

Código e localTipo e finalidadeFrequênciaResponsável e observações
Código: [ ]
Local: [ ]
Tipo: [ ]
Finalidade: [ ]
[ ]Resp.: [ ]
Obs.: [ ]

Anexo II – Registro de coleta de amostras de água

Data, hora e pontoLocal e identificação da amostraColetor e condiçõesDestino e observações
Data: [ ]
Hora: [ ]
Código do ponto: [ ]
Local: [ ]
ID amostra: [ ]
Coletado por: [ ]
Condições: [ ]
Destino: [laboratório / interno]
Obs.: [ ]

Anexo III – Controle de resultados analíticos da água

Data e amostra / pontoParâmetro e resultadoSituação e avaliadorAção adotada e observações
Data: [ ]
Amostra/ponto: [ ]
Parâmetro: [ ]
Resultado: [ ]
Situação: [conforme / desvio]
Avaliado por: [ ]
Ação: [ ]
Obs.: [ ]

Anexo IV – Registro de não conformidade e ação corretiva

Data e desvioPonto/área e ação imediataAção corretiva e responsávelPrazo e status
Data: [ ]
Desvio: [ ]
Ponto/área: [ ]
Ação imediata: [ ]
Ação corretiva: [ ]
Resp.: [ ]
Prazo: [ ]
Status: [ ]

Anexo V – Checklist de verificação do sistema de abastecimento e reservação

Data e itemLocal e situaçãoNão conformidade e ação imediataResponsável e observações
Data: [ ]
Item: [ ]
Local: [ ]
Situação: [conforme / NC]
NC: [ ]
Ação imediata: [ ]
Resp.: [ ]
Obs.: [ ]

Anexo VI – Controle documental de laudos e prestadores terceirizados

Data e prestadorDocumento e amostra/pontoResultado e conferênciaArquivamento e observações
Data: [ ]
Prestador: [ ]
Documento: [ ]
Amostra/ponto: [ ]
Resultado geral: [ ]
Conferido por: [ ]
Arquivado em: [ ]
Obs.: [ ]

Anexo VII – Cronograma mestre de controle da potabilidade da água

AtividadePonto / áreaFrequência e responsávelPróxima execução e verificação
[ ][ ]Frequência: [ ]
Resp.: [ ]
Próxima: [ ]
Verificação: [ ]

25. Rodapé final (assinaturas)

FunçãoNomeAssinaturaData
Elaborado por[NOME][DATA]
Revisado por[NOME][DATA]
Aprovado por[NOME][DATA]

Documento para uso no site RótuloConforme. Base normativa citada: RDC ANVISA nº 275/2002, RDC ANVISA nº 216/2004, Portaria GM/MS nº 888/2021 e legislação correlata sobre controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano e padrão de potabilidade. Este POP não substitui laudos laboratoriais nem dispensa a observância da legislação específica aplicável. Demais exigências do segmento e da fiscalização local devem ser observadas pela empresa.